quinta-feira, 25 de março de 2010

Muay Thai na Amadora



Pois é, a Buda Team está de volta á sua casa, na Amadora!
O Muay Thai voltou á Amadora, desta vez as aulas são no quartel dos Bombeiros da Amadora, mesmo perto da estação de comboios, portanto nao há desculpa para nao irem!

Quem quiser começar a treinar está convidado desde já a assistir a um treino e se quiser até a fazer um treino connosco! Pelo menos até Setembro, as aulas serão ás Terças, Quintas e Sextas das 8h30 ás 9h40 mais ou menos. Preços serão depois discutidos com o Mestre.

Aqui fica um dos combates de um colega nosso:


O QUE É O MUAY THAI?


São mais de 2 mil anos de história sobre um dos desportos de combat mais espectaculares de fazer e de assistir, é a emoçaõ pura de treinar no duro, é um desporto de combat de 100% contacto físico, exige muito da pessoa , tem que se gostar muito da modalidade para se treinar ou ensinar.


Muay thai não é só socos, pontapés e joelhadas como muitas pessoas pensam e falam, é a Arte em movimento, é a ciência dos 8 membros utilizada pelos senhores da guerra, é defesa, desenvolvimento físico e mental, concentração, autoconfiança, determinação, resistência, inteligência, harmonia, fama, honra, espírito de sacrifício, disciplina, é respeito pelos colegas, adversários e pelo teu mestre.


O MESTRE

Quem é o mestre? É aquele que te vai ajudar a treinar, é aquele que atura as tuas birras "não consigo", "já não posso mais", é ele que te vai ajudar a desenvolver o corpo, a mente, o espirito, motivar, dar-te coragem, é aquela vozinha chata atrás de ti a dizer "cara de osga", vai ensinar-te alguns valores para viveres em sociedade e saberes respeitar todas as regras da sociedade e do teu ginásio.


No thai não existe uma parte do corpo mais importante que a outra, tudo faz falta no muay thai, todos os elementos contribuem para que haja um controle pleno do corpo de modo que a técnica dos movimentos seja perfeita, os golpes fortes e eficazes.


O inicio é duro tem que se ultrapassar a adptação das dores musculares, o esforço físico elevado, dores intensas, os golpes "osso com osso", é duro. O corpo tem que funcionar como um todo, desde o aquecimento até um possivél combate. Depois de treinado o corpo é uma máquina perfeita de guerra e partir ossos "treinos duros e suados vitórias calmas".


O muay thai é história, o ram-muay é obrigatório sempre num combate de muay thai, todas as escolas de muay thai devem ensinar os seus lutadores a aprenderem a fazer o ram-mauy. "wai kru", é o respeito à tradição, à escola, aos seus colegas e ao seu mestre. É uma forma de preparar mentalmente o combate, uma forma de aquecimento, serve para libertar "o nervoso miudinho".


Amigos o muay thai não é um desporto só de homens, as mulheres já dão cartas neste desporto de combate, são verdadeiras lutadoras aplicadas, duras, gostam de aprender e meus amigos , são ossos duros de bater, excelentes lutadoras, mais confiantes nelas e acreditam que são capazes. Musica: É o unico desporto de combate que usa.


VIVA O MUAY THAI, torna o combate mais vivo, é história e arte. O combate fica mais feroz, mais intenso, os atletas vão ao limite tentando acompanhar os golpes um do outro, marca o ritmo do combate, o muay thai é unico.


As mãos: Antigamente eram enfaixadas em cordas de algodão em bruto, outras vezes na mesma corda passadas por resina e dps por pequenas pedras, era duro. Outras armas utilizadas na minha modalidade são os cotovelos (verdadeiras laminas) e os nossos poderosos joelhos, temos um corpo a corpo unico e demolidor, somos unicos.


AS TATUAGENS: Significavam estatuto entre os lutadores, são marcas de vitórias, combates duros, a sua escola, o seu deus...poderes, invulnerabilidade física sobre os golpes e protecção divina.


O QUE PODES GANHAR COM O MUAY-THAI


1-manutençao da saude e fortalecimento do fisico.

2-estimula a coragem para enfrentar obstaculos.

3-respeito pelos outros,bons costumes em relaçao ao meio ambiente equilibrio boa postura e respiraçao correcta que sao estimulados pelos rituais tradicionais.

4-incentivo ao aprefeicoamento pessoal no sentido de tentar vencer os proprios limites como os do medo,desconfiança,perguiça da indiciçao etc...

5-empenho e dedicaçao,exigindo o maximo do corpo e da mente treinando com paciencia e perseverança ate fazer da prossecuçao dos objectivos um habito

6-estabilida emocional.A situaçao de luta colabora eficazmente para a sua conquista.


O Muay Thai (em tailandês: มวยไทย; RTGS: Muai Thai; AFI: [muɛ̄j tʰɑ̄j]; lit. boxe tailandês) é uma luta originária da Tailândia, país do qual é o esporte nacional. Arte marcial com mais de dois mil anos de existência criada pelo povo tailandês como forma de defesa nas suas guerras e para obter uma boa saúde.

Na Tailândia o Muay Thai também é conhecido "Luta da Liberdade" ou "Arte dos Livres", pois foi com o Muay Thai que se protegeram dos povos opressores que tentavam conquistar seu território.

quarta-feira, 24 de março de 2010

SEBASTVS PRIMVS PORTVGALIAE REX


 Hoje acabei de ler o livro "A Ponte dos Suspiros" de Fernando Campos. É um romance sobre a historia do Rei D. Sebastião caso este não tivesse morrido na batalha de Alcacer-Quibir. Gostei bastante da historia, do enredo, das personagens. O autor consegue mesmo transportar-nos para aquela época e quase nos sentimos a viver naqueles anos e a sentir todas as histórias como se fossemos nós os intervenientes. 

Quando chego ao fim do livro qual não é o meu espanto de ler que o romancista se baseou em factos historicos e documentos da época para escrever o romance... que se acredita mesmo que El Rei nao morreu em Marrocos e andou por Portugal, Espanha, Itália, etc, como um mendigo, com vergonha da dor que causou aos seu povo! E passo a citar:


"Não se pense que é minha invenção que o rumor de que o rei andou disfarçado por aí depois da batalha e a devassa sobre isso mandada fazer pelo cardeal-rei; que é minha invenção o sermão dos Jerónimos (pretendi, neste caso, dar uma explicação para a controvérsia se foi Frei Miguel dos Santos ou o Padre Luis Álvares quem fez o sermão, cujo texto existe na Biblioteca Nacional); que são invenção minha as pessoas que apoiaram o rei em Veneza; ou as cheias nesta cidade na noite em que ele foi libertado da prisão; ou a existencia do rol das marcas fisicas de el-rei; nem o ter havido um traidor cujo nome é documentado em carta do embaixador de Espanha em Veneza ao seu rei; nem a carta do vice-rei de Nápoles ao rei Filipe a sugerir uma troca de prisioneiros no Castel dell'Ovo; nem a chacina de Sanlúcar de Barrameda; nem o mosteiro dos agostinianos em Limoges, com a sua capela de São Sebastião; nem outros muitos pormenores que seria fastidioso citar. São esses pequenos, grandes, estranhos sucessos o fondamento deste romance." - No minimo fascinante, a meu ver.

Foi então que fiquei com esta história na cabeça, que fiquei a admirar El Rei D. Sebastião. Na historia de Portugal nunca houve personagem algum que me marcasse tanto como a historia de D. Sebastião. Vai ficar para sempre gravado na memória este livro e todas as supostas aventuras por que passou. 

Por ter gostado tanto desta história, eis que fui pesquisar mais sobre este assunto e eis que encontro algumas informações, a meu ver, impressionantes. Transcrevo agora algumas:

Numa carta dirigida à Comissão dos Monumentos Históricos, de que era correspondente, e que a morte impediu que chegasse ao seu destino, o abade Texier 2 escreveu:
Quando se fizeram escavações na igreja do mosteiro dos Agostinhos de Limoges, que é hoje uma fábrica de porcelana, encontrou-se entre ossadas humanas uma medalha de ouro em volta da qual se lia: Sebastianus primus Portugaliae rex. Esta medalha representava uma estátua pedestre em trajo de monge. Vi-a, examinei-a, quis moldá-la, mas com o pretexto de que dela se obteria um ouro mais puro para pintar a porcelana, não consegui, apesar do preço que propus, obtê-la daquele Vândalo, que preferiu fundi-la antes de eu poder tirar-lhe o molde, tal o medo de não poder fazer o que queria. Este elemento, reunido aos que foram recolhidos pelo historiador da deposição de Afonso VI, rei de Portugal, lançará alguma luz sobre este ponto duvidoso da história daquele monarca. Esta descoberta é a solução de um problema histórico que esteve envolto em trevas durante mais de dois séculos.

Quanto mais se aprofunda a história, mais se acumulam as provas do regresso do infeliz Sebastião e da sua estada em França. Como a tradição conservada naquela região nos ajuda, acrescentarmos que na igreja do mosteiro dos Agostinhos onde foi descoberta a medalha se via uma capela dedicada ao seu patrono; era voz comum que ali fora enterrado um rei com o mesmo nome.

(...)

todavia, alguns anos mais depois, apresentaram-se dois novos Sebastião, um na ilha Terceira e o segundo na vila de Alcáçovas 4; demonstrada a sua impostura, tiveram a sorte que mereciam. 
Este exemplo de severidade não conseguiu intimidar uma terceira personagem que apareceu em Veneza em 1578, vinte anos após a derrota daquele príncipe. Devido à queixa apresentada pelo embaixador de Filipe II, rei de Espanha, este novo Sebastião foi preso, e nomeou-se uma comissão para o interrogar; foi submetido, segundo o historiador de Afonso VI, a vinte e oito interrogatórios perante o Senado de Veneza, e as suas respostas surpreenderam os juízes; nomeou todos os embaixadores que a república enviara a Portugal enquanto sebastião ocupava o trono; referiu todos os tratados e todos os despachos que tinham tido, o que foi confirmado pelos registos existentes nos arquivos da República. Quando o interrogaram sobre outras coisas, apenas questões de curiosidade, ele calava-se e pedia que o apresentassem a portugueses que o tinham reconhecido.

O doutor Sampaio, dominicano, e outro português, diz o mesmo autor, reconheceram-no como sendo o rei D. Sebastião e pediram a sua liberdade. Sampaio veio a Lisboa e daqui levou um documento feito perante um notário apostólico, que continha em detalhe sinais do rei D. Sebastião. Parece, pelo exame então feito, que este homem se parecia espantosamente com o antigo rei; tinha o lábio austríaco, a mão direita mais comprida que a esquerda, o indicador da mão esquerda mais comprido que o da direita, vinte e dois sinais em diferentes partes do corpo conformes com os de Sebastião e cicatrizes nos lugares onde o rei fora ferido
Interrogado sobre a razão por que não regressara ao seu país após o desastre, respondeu que, preocupado com a derrota e envergonhado por ter causado tão grandes desgraças ao seu reino, ao ver-se livre dos Mouros preferira viver errante a regressar a Portugal.
Depois do seu interrogatório, o Senado de Veneza, ordenou-lhe que abandonasse os territórios da República dentro de oito dias. Esta sentença decidiu o pretenso Sebastião a ir para França mas, como as passagens por terra estavam fechadas, dirigiu-se a Florença, para daí iniciar a viagem por mar. Ao chegar aos estados do grão-duque, este entregou-o aos espanhóis, e ele foi levado para Nápoles. A bordo de uma galera, foi levado para Espanha e aí encerrado no castelo de S. Lucas 5. Depois, não se falou mais dele e não se sabe o que lhe aconteceu.

in: http://forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?f=21&t=8850

é de citar esta transcrição interessante (podendo ser consultado no site da Universidade Nova de Lisboa,em http://www.citi.pt/cultura/historia/personalidades/d_sebastiao/cilada.html):

«De acordo com a investigação de Mário Saraiva, a prova está numa directiva do Papa Urbano VIII, de 20 de Outubro de 1630, onde se pode ler: «Fazemos saber que por parte do nosso filho D. Sebastião, rei de Portugal, nos foram apresentadas pessoalmente no Castelo de Santo Ângelo duas sentenças de Clemente VIII e Paulo V, nossos antecessores (...), em que constava estar justificado largamente ser o próprio rei e nesta conformidade estava sentenciado para lhe largar (o trono) Filipe III, rei de Espanha, ao que (este) não quis nunca satisfazer, pedindo-nos agora (que) tornássemos a examinar os processos (...)» (excertos transcritos pelo Jornal Público. Lisboa, 1 de Dezembro de 1996, p. 27).

Resta acrescentar que, tal como diz o texto citado por Mário Saraiva, não existiu apenas um «breve» ou sentença papal, mas sim três: um do papa Clemente VIII, de 1598 (não consegui descobrir o dia e o mês), outro do papa Paulo V, datado de 17 de Março de 1617, e o de Urbano VIII, de 20 de Outubro de 1630.

Um dos grandes defeitos de D. Sebastião era a sua impulsividade e a sua enorme obstinação. Era no entanto um verdadeiro Príncipe da Renascença, com muito do idealismo da Idade Média e do Absolutismo que caracterizou o Renascimento. Ora D. Sebastião herdou, quando coroado rei em 1568, uma dificílima situação internacional e um Reino a braços com ainda maiores problemas. Um verdadeiro Império em declínio.
Com a determinação que lhe era característica, lançou-se na resolução dos problemas, sempre tendo «em negócios primeiro em conta com o bem comum, e só depois com os particulares», e «as Leys que fizer, mostrallas primeiro a homens de virtude e letras para que me apontem os inconvenientes que tiverem» (in Memorial para Governo do Reyno».
Assim, sob o seu impulso pessoal, verificou-se no seu reinado um enorme labor legislativo, talvez o maior que Portugal teve e teria por muitos séculos, quase sempre acertado e muitas vezes eficaz, apesar da gravidade dos problemas. Só que o Rei, para além de obstindo, não cuidava da cobertura política necessária. A política «aborrecia-o» ferozmente, por a considerar uma «cousa prejudicial à República». A antítese, portanto, do «políticamente correcto», infelizmente tão em voga nos dias de hoje.
Foram assim elaboradas as ditas «Ordenações Sebásticas», talvez as mais vastas e avançadas (em termos sociais e humanos) da Europa até ao séc. XIX, e ostensivamente ignoradas por historiadores do Direito (estão na Torre do Tombo muitos exemplares dessas leis e normas). Leis essas que visavam uma maior justiça social («Ser inteiro aos grandes e humano aos pequenos») e um implacável combate à corrupção e tráfico de influências que então (como agora) grassavam no País.
É claro que isto lhe criou inúmeras inimizades, mesmo ódios. Isto enquanto o povo já lhe chamava «o Desejado» em vida, pelas mesmas razões.
Apesar de o tio-avô, D. António, o ter tentado influenciar em novo, D. Sebastião enfrenta directamente a Inquisição (sim, é verdade, está confirmado), arriscando-se a uma excumunhão.
Portanto, para os políticos da nossa praça e d'além fronteira, era imperativo fazer um «golpe de estado» que destituísse ou liquidasse este Rei anti-político e anti-corrupto. Os motivos eram mais do que suficientes, e, depois de dois atentados falhados (em Lisboa e Almeirim, segundo creio), experimenta-se em Alcácer-Quibir. Com sucesso, desta vez, embora o Rei só tivesse morrido «teoricamente».

in: http://thelisbongiraffe.typepad.com/diario_de_lisboa/2005/04/parem_as_mquina.html

é impossivel nao sentir admiração por este homem! Pena que já não se façam politicos assim.

para quem estiver interessado, deixo aqui algumas obras de interesse sobre D. Sebastião, a ver se as consigo comprar:

«Dom Sebastião na História e na Lenda» do Dr. Mário Saraiva, ed. Universitária

«Os Falsos D. Sebastião», de Miguel d'Antas, ed. Heuris, tradução do original em francês publicado em Paris em 1866.


«Dom Sebastião de Portugal» de Antero de Figueiredo, Lisboa, 1924

«Itinerário de El-Rei D. Sebastião» de Veríssimo Serrão, Lisboa, 1962.

«Discurso da Vida do Rey Dom Sebastiam» de D. João de Castro - edição fac-similada da de Paris de 1603. Edições Inapa -

«D. Sebastião e Alcácer-Quibir» de Francisco Sales Loureiro. Alfa 1989 -

«D. Sebastião Antes e Depois de Alcácer-Quibir» de Francisco Sales Loureiro. Vega, 1978

sexta-feira, 19 de março de 2010

SKARHEAD


E hoje á noite todos os caminhos vão dar a Cacilhas-Almada!

O Revolver Bar recebe hoje os Skarhead (pela segunda vez em Portugal, a primeira foi há mais de 10 anos), uma das maiores bandas de hardcore Nova-Iorquino.  Surgiram em 1995 com um hardcore pesado e bem duro, como a cena em NY sempre nos habituou, mas desta vez com um pouco de hip hop á mistura. Tornaram-se numa banda sólida bastante rápido também devido ao vocals Danny Diablo aka Lord Ezec ter sido frontman de uma das mais influentes bandas de NY: Crown of Thornz. Com letras sobre a vida nas ruas e tudo o que se passa á volta deles, dizem tudo com sinceridade e sem vergonha.

 

A primeira banda a entrar em palco é Never Fail, a minha banda... tou um pouco nervoso por ser um concerto grande, mas sei que vai correr bem!

A seguir sao os More than Hate, uma das mais antigas bandas de hardcore em portugal, voltaram este ano a tocar, já nao os via há muito! tou ancioso!

Depois é Steal Your Crown, banda portuguesa bem dura que dá sempre uns concertos pesados, com bastante influencia em bandas nova-iorquinas, principalmente Skarhead. nao podia haver melhor concerto para eles tocarem!

e por ultimo de bandas portuguesas sao os Not Without Fighting, banda da margem sul, uma brutalidade ao vivo com uma energia fora do normal em que mete tudo louco dum lado pro outro!


espero que seja uma excelente noite com bastante energia, muito stage dive e muito sing-along!


Parabens desde já á Mass Murder por ter organizado um concerto de risco (trazer bandas dos EUA nao é nada barato) mas parece-me que vai ser um dos sucessos deste ano! de certeza que vai ficar na historia!



Note-to-self: fazer um post sobre hardcore como musica e estilo de vida

Dia do Pai


Nunca fui muito de ligar a estes dias, dias especiais acho que são todos desde que gostemos das pessoas e nos preocupemos com elas, além de que estes dias parecem feitos de propósito para o consumismo desenfreado. (tal como o natal, dia dos namorados, etc)

Acho que as pessoas se deixam levar em demasia pela nossa sociedade que se diz de pensamento livre, mas que no fundo vamos todos por arrasto. Deixam que os media e os grandes senhores das maquinas do dinheiro, quase comparaveis aos senhores feudais de antigamente, mandem nos nossos pensamentos, fazem-nos usar dias que são de reflexão e comemoração para gastarmos todo o nosso dinheiro nos produtos que eles bem entendem ser os mais bonitos e melhores para se oferecer, sim, porque [/inserir sarcamos aqui]se não se oferecer nada nestes supostos dias é porque nao gostamos das pessoas![/fim de sarcasmo]

Infelizmente hoje não posso passar o dia com o meu pai, trabalho o dia todo e depois tenho obrigações para com a minha banda... mas ele sabe que estou sempre com ele! E sempre que é possivel estamos juntos! O dia do pai, da mae, da namorada/o são como o natal: quando um homem quiser! Acho que o mais importanto é mesmo nao esquecermos isso!


Abraço a todos os pais, principalmente ao meu amigo Rui Perez que foi pai hoje!


Um beijo grande para o meu pai que ele merece mais que ninguem.

quinta-feira, 18 de março de 2010

I call shotgun




Quantos de nós não crescemos a ouvir esta frase nos filmes, achei uma boa maneira de começar o blog! (em relação á frase que também se ouve como "ride shotgun", é quando vamos andar de carro e queremos ir no banco do pendura, o primeiro a dizer essa frase tem direito a ir á frente. Era usada antigamente para dizer que se ia proteger alguem)

eu sei que o comboio dos blogs ja vai adiantado e eu não sou muito de seguir a multidão (agora parece que é moda ter blog, tal como foi com o fotolog, myspace, hi5 e todos esses sites de comunidades ciberneticas) mas sinto falta de um espaço onde possa criar um pequeno diário, fazer reviews de filmes ou musica, escrever sobre assuntos da actualidade (ou não), escrever sobre as minhas viagens (sim, agora com a pick up vai ser só lavrar terreno por esse Portugal fora com a minha co-piloto e não só), escrever algo educacional também, porque estarmos sempre a aprender é meio caminho andado para nao toldar o cerebro :)

espero que o blog se torne um ponto de passagem agradavel (deixem o vosso comentario sempre, nem que seja so pra dizer olá), e que possam sempre aprender alguma coisa e também que partilhem opinioes e experiencias!